Índice de melhores empregos 2026: O emprego de qualidade alcanca níveis recordes na América Latina, mas ainda nao chega para a maioria
Data
Julho 2026
Assunto
Emprego;
Salário;
Emprego Informal;
Força de Trabalho;
Mercado de Trabalho;
Emprego Formal;
Pobreza;
Participação da Força de Trabalho;
Participação Laboral;
Diferença Salarial;
Disparidade Salarial
Código JEL
J46 - Informal Labor Markets;
J21 - Labor Force and Employment, Size, and Structure;
J31 - Wage Level and Structure • Wage Differentials;
O54 - Latin America • Caribbean
País
Argentina;
Bolívia;
Brasil;
Chile;
Colômbia;
Costa Rica;
República Dominicana;
Equador;
El Salvador;
Guatemala;
Honduras;
México;
Nicarágua;
Panamá;
Paraguai;
Peru;
Uruguai
Categoria
Catálogos e Folhetos
O Índice de Melhores Empregos do BID 2026 analisa a quantidade (taxas de participação e emprego) e a qualidade (formalidade e suficiência salarial para alcançar um salário digno) do mercado de trabalho em 18 países da América Latina e do Caribe entre 2010 e 2024. Durante esse período, o índice regional aumentou de 54,9 para 58,0, impulsionado principalmente por melhorias na qualidade do emprego, que atingiu um máximo histórico de 40,6, enquanto a quantidade de emprego permaneceu praticamente estagnada em 75,4. Apesar desses avanços, a informalidade situou-se em 69% e aproximadamente metade da população em idade ativa continuava enfrentando pobreza laboral em 2024. Uruguai, Chile e Brasil lideraram a classificação geral; além disso, enquanto a quantidade de emprego tendeu a convergir entre os países, as lacunas na qualidade do emprego se ampliaram. Da mesma forma, persistiram importantes desigualdades por gênero (21 pontos) e por geração (10 pontos), concentradas principalmente no acesso ao mercado de trabalho, e não nas condições dos empregos. O relatório conclui que o principal desafio da região é transformar os empregos existentes, em vez de simplesmente criar novos postos de trabalho, e propõe cinco prioridades: reduzir a informalidade, ampliar a cobertura da proteção social e das pensões, ampliar a implementação de boas práticas regionais, fortalecer o desenvolvimento de habilidades e aproveitar a inteligência artificial para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do emprego.
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