Como contratar conectividade nas escolas: caminhos e aprendizados da América Latina e Caribe

Data
Setembro 2026
Assunto
Educação;
Provedor de Serviço;
Telecomunicação;
Aquisição;
Desenvolvimento de Infraestrutura
Código JEL
I20 - Education and Research Institutions: General;
I22 - Educational Finance • Financial Aid;
H57 - Procurement;
L96 - Telecommunications
Categoria
Catálogos e Folhetos
A conectividade é uma condição para garantir o direito à educação: amplia os horizontes educacionais, reduz as desigualdades territoriais e permite que todos os estudantes tenham acesso a experiências de aprendizagem relevantes e integradas digitalmente. Este relatório faz parte de um conjunto de publicações vinculadas a “Inteligência artificial e educação: construindo o futuro por meio da transformação digital” e dá continuidade ao documento “Como planejar a conectividade: sete passos para garantir uma boa conexão Wi-Fi nas escolas”, deslocando o foco do planejamento para a etapa de contratação.
A Parte 1 organiza a decisão de contratação em quatro passos: definir quem contrata (modelo descentralizado ou centralizado); determinar o arranjo com os fornecedores (contratação integrada ou fragmentada; equipamentos por aquisição ou locação no modelo Hardware as a Service); articular as fontes de financiamento (fundos educacionais, fundos setoriais de telecomunicações, obrigações decorrentes de leilões de espectro, mecanismos multilaterais e parcerias público-privadas); e elaborar um contrato robusto, baseado em previsibilidade, flexibilidade e sustentabilidade. Cada modalidade é apresentada com aspectos positivos e pontos de atenção, acompanhada de uma árvore de decisão e de um fluxo de tomada de decisão que consideram o orçamento e os ativos existentes. A recomendação geral é priorizar, sempre que possível, a contratação centralizada e integrada.
A Parte 2 analisa sete casos da América Latina e do Caribe Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Peru, Suriname e Uruguai como experiências comparadas que revelam padrões comuns em termos de qualidade, previsibilidade e custos. Dos casos emergem desafios recorrentes: governança e coordenação institucional, desigualdades territoriais, a lacuna entre acesso e uso pedagógico, os limites de padrões técnicos sofisticados, a fragilidade do monitoramento contratual e a descontinuidade associada a mudanças administrativas.
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