@misc{38322,
title = {Como contratar conectividade nas escolas: caminhos e aprendizados da América Latina e Caribe},
author = {Méndez, Carolina and Giambruno, Cecilia and Pérez Alfaro, Marcelo and Gonzalez Santibanez, Geraldine Del Carmen and Galvao, Thomaz and Prado de Almeida, Ana Luiza and Silva Costa, Lilian Raquel da},
year = {2026},
doi = {10.18235/0014486},
abstract = {A conectividade é uma condição para garantir o direito à educação: amplia os horizontes educacionais, reduz as desigualdades territoriais e permite que todos os estudantes tenham acesso a experiências de aprendizagem relevantes e integradas digitalmente. Este relatório faz parte de um conjunto de publicações vinculadas a “Inteligência artificial e educação: construindo o futuro por meio da transformação digital” e dá continuidade ao documento “Como planejar a conectividade: sete passos para garantir uma boa conexão Wi-Fi nas escolas”, deslocando o foco do planejamento para a etapa de contratação.
A Parte 1 organiza a decisão de contratação em quatro passos: definir quem contrata (modelo descentralizado ou centralizado); determinar o arranjo com os fornecedores (contratação integrada ou fragmentada; equipamentos por aquisição ou locação no modelo Hardware as a Service); articular as fontes de financiamento (fundos educacionais, fundos setoriais de telecomunicações, obrigações decorrentes de leilões de espectro, mecanismos multilaterais e parcerias público-privadas); e elaborar um contrato robusto, baseado em previsibilidade, flexibilidade e sustentabilidade. Cada modalidade é apresentada com aspectos positivos e pontos de atenção, acompanhada de uma árvore de decisão e de um fluxo de tomada de decisão que consideram o orçamento e os ativos existentes. A recomendação geral é priorizar, sempre que possível, a contratação centralizada e integrada.
A Parte 2 analisa sete casos da América Latina e do Caribe  Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Peru, Suriname e Uruguai  como experiências comparadas que revelam padrões comuns em termos de qualidade, previsibilidade e custos. Dos casos emergem desafios recorrentes: governança e coordenação institucional, desigualdades territoriais, a lacuna entre acesso e uso pedagógico, os limites de padrões técnicos sofisticados, a fragilidade do monitoramento contratual e a descontinuidade associada a mudanças administrativas.},
url = {https://doi.org/10.18235/0014486}
}
