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dc.titleA modernização fiscal dos estados brasileiros e seu impacto arrecadatório e econômico: o caso do Profisco
dc.contributor.authorMartínez Fritscher, André
dc.contributor.authorMac Dowell, Maria Cristina
dc.contributor.authorFerreira, Soraya Naffah
dc.contributor.authorGazel, Ricardo
dc.contributor.orgunitDivisão de Gestão Fiscal
dc.coverageBrasil
dc.coverageAmérica Latina e Caribe
dc.coverageAmérica do Sul
dc.date.available2022-05-11T00:05:00
dc.date.issue2022-05-11T00:05:00
dc.description.abstractEste artigo analisa o impacto do Projeto de Modernização da Gestão Fiscal dos Estados (Profisco I), financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, na arrecadação estadual, número de empresas locais e remuneração de seus trabalhadores. Desde 2009, o Profisco I foi implantado em 23 das 27 unidades federativas, permitindo digitalizar documentos fiscais e melhorar os sistemas de processamento de dados fiscais e as capacidades de análise dessas informações pelas administrações tributárias. Usando uma metodologia de diferenças em diferenças, considerando que a adesão foi faseada e nem todos os estados o implantaram, estima-se que o programa contribuiu para que os estados incrementassem em 11,7% e 1 ,7%, respectivamente, sua arrecadação total e o número de unidades locais de empresas formais. Os potenciais mecanismos que levaram a esses resultados estão relacionados a uma mudança no cumprimento tributário devido à simplificação das declarações e ao aumento da capacidade real e percebida da autoridade tributária na detecção de irregularidades. Isso levou a: (i) uma diminuição do custo de fazer negócios, permitindo realocação de recursos para atividades mais substantivas e que possam acarretar maior produtividade laboral e salários; e (ii) maior compliance tributária e empresarial de toda a cadeia produtiva, pela crença de que práticas indevidas serão detectadas mais facilmente. Adicionalmente, são identificadas complementariedades entre o Profisco e a Nota Fiscal Eletrônica. Por fim, estima-se que o gap tributário reduziu 6 pontos percentuais entre 2012 e 2019, como evidência complementar de que as capacidades dos fiscos estaduais foram incrementadas no período, permitindo aumentar a eficiência arrecadatória.
dc.format.extent41
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18235/0004247
dc.identifier.urlhttps://publications.iadb.org/publications/portuguese/document/A-modernizacão-fiscal-dos-estados-brasileiros-e-seu-impacto-arrecadatorio-e-econômico-o-caso-do-Profisco.pdf
dc.language.isopt
dc.publisherInter-American Development Bank
dc.subjectProdutividade
dc.subjectProduto interno bruto
dc.subjectGestão Municipal
dc.subjectArrecadação Tributária
dc.subjectDesenvolvimento de Infraestrutura
dc.subjectGestão Fiscal
dc.subjectModernização do Estado
dc.subject.jelcodeN46 - Latin America • Caribbean
dc.subject.keywordsmodernização fiscal
dc.typeDocumentos para Discussão
idb.identifier.pubnumberIDB-DP-00949
idb.operationBR-L1250
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