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dc.titleViolencia em relacionamentos de namoro entre adolescentes no Brasil e em Honduras: Resumo executivo
dc.contributor.authorAraujo, Danielle
dc.contributor.authorMurphy-Graham, Erin
dc.contributor.authorPacheco, Tassia
dc.contributor.authorPacheco Montoya, Diana
dc.contributor.editorAlemann, Clara
dc.contributor.editorBustelo, Monserrat
dc.contributor.orgunitDivisão de Gênero e Diversidade
dc.date.available2017-10-19T00:00:00
dc.date.issue2017-09-20T00:00:00
dc.description.abstractFortes evidências mostram que a violência em relacionamentos de namoro entre adolescentes pode levar à violência entre parceiros/as íntimos/as (VPI) na vida adulta. Porém, as pesquisas e intervenções que abordam a violência entre adolescentes são limitadas em comparação àquelas focadas em VPI na fase adulta, e são especialmente escassas nos países da América Latina e no Caribe. Consequentemente, as políticas e programas da região carecem de oportunidades significativas para promover relações não violentas ao longo da vida. Em 2015, Promundo e Banco Interamericano de Desenvolvimento realizaram uma pesquisa qualitativa para examinar fatores de risco e proteção referentes à VPI na adolescência em contextos urbanos e rurais no Brasil e em Honduras. As equipes conduziram grupos focais e um total de 147 entrevistas em profundidade com meninas/mulheres jovens e meninos/homens jovens entre 14 e 24 anos. Os resultados sublinham que os adolescentes geralmente reconheceram a violência física como tal, mas com frequência não identificaram nem problematizaram uma série de comportamentos violentos que foram comuns por toda a pesquisa. Normas de gênero rígidas e desiguais em torno da sexualidade também podem influenciar a violência sexual e outras formas de violência. As normas também desestimulam a intervenção nos assuntos dos casais e a busca por ajuda. A violência recíproca, por exemplo, a prática de VPI por ambos os integrantes do casal, foi especialmente frequente entre adolescentes no contexto urbano brasileiro. Contudo, é mais provável que as meninas sejam vítimas de VPI física e sexual. Com base nos resultados da pesquisa, são oferecidas estratégias para programas.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18235/0000864
dc.identifier.urlhttps://publications.iadb.org/publications/english/document/Adolescent-Relationship-Violence-in-Brazil-and-Honduras-Executive-Summary.pdf
dc.identifier.urlhttps://publications.iadb.org/publications/spanish/document/Violencia-en-las-relaciones-de-noviazgo-entre-adolescentes-en-Brasil-y-Honduras-Resumen-ejecutivo.pdf
dc.identifier.urlhttps://publications.iadb.org/publications/portuguese/document/Violencia-em-relacionamentos-de-namoro-entre-adolescentes-no-Brasil-e-em-Honduras-Resumo-executivo.pdf
dc.language.isopt
dc.mediumAdobe PDF
dc.publisherInter-American Development Bank
dc.subjectMulheres
dc.subjectTreinamento e Desenvolvimento
dc.subjectJovens e Crianças
dc.subject.jelcodeI15 - Health and Economic Development
dc.subject.jelcodeZ18 - Public Policy
dc.subject.keywordsadolescent relationship violence, controlling behaviors, adolescent intimate partner violence, adolescence, controlling behaviors, sexual violence, gender and social norms and violence, Brazil, Honduras, Latin America
dc.typeMonografias
idb.identifier.pubnumberIDB-MG-554
idb.operationRG-K1424
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