O círculo vicioso da desigualdade racial na educação do Brasil

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Data
Novembro 2024
Assunto
Mercado de Trabalho;
Comunidade Indígena;
Professor;
Força de Trabalho;
Educação;
Ensino Superior;
Educação Primária;
Igualdade;
Instituição Educativa;
Desenvolvimento de Infraestrutura;
Programa de Aprendizagem e Ensino;
Salário
Código JEL
I21 - Analysis of Education;
I24 - Education and Inequality;
H52 - Government Expenditures and Education
País
Brasil
Categoria
Notas Técnicas
Este estudo examina como a desigualdade racial é perpetuada ao longo do sistema educacional brasileiro, formando um ciclo vicioso que afeta os estudantes da educação básica à educação superior e além, estendendo-se à força de trabalho docente. Ao analisar diversos dados brasileiros, o estudo destaca as disparidades estruturais enfrentadas por estudantes negros, pardos e indígenas em comparação com seus colegas brancos. Os resultados revelam que estudantes negros, pardos e indígenas têm maior probabilidade de frequentar escolas com infraestrutura precária, contar com professores menos qualificados e obter desempenho acadêmico inferior. Essas desvantagens persistem na educação superior, onde os alunos desses grupos raciais estão concentrados em cursos e instituições menos prestigiados. Mesmo aqueles que optam por carreiras no magistério têm mais chances de trabalhar em escolas com poucos recursos, perpetuando o ciclo de desigualdade.
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