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| dc.title | O que sistemas universais de saúde pelo mundo têm a ensinar sobre o atendimento a populações remotas?: estratégias de países selecionados para atender às necessidades de saúde de populações remotas |
| dc.contributor.author | Comes, Yamila |
| dc.contributor.author | Esquivel, María Paula |
| dc.contributor.author | Ameri, Lucía |
| dc.contributor.author | Goes Shibata, Leonardo |
| dc.contributor.orgunit | Divisão de Saúde, Nutrição e População |
| dc.coverage | Austrália |
| dc.coverage | Escócia |
| dc.coverage | Países Baixos |
| dc.coverage | Canadá |
| dc.date.available | 2025-08-20T00:08:00 |
| dc.date.issue | 2025-08-20T00:08:00 |
| dc.description.abstract | As populações que residem em comunidades isoladas ou remotas enfrentam grandes desafios no acesso à saúde. A transformação digital tem sido fundamental para melhorar os cuidados em áreas remotas, oferecendo atendimento acessível, reduzindo custos e evitando deslocamentos.Este estudo analisou estratégias e tecnologias adotadas na Austrália, Escócia, Nova Zelândia, Países Nórdicos e Canadá, que possuem sistemas universais de saúde estruturados com base na atenção primária à saúde, bem como demonstram uma preocupação comum com a atenção às populações rurais, remotas ou isoladas em seus territórios. Todos utilizam tecnologias, principalmente virtuais, para ampliar o acesso e garantir a continuidade do cuidado por meio de redes integradas de saúde. Os achados indicam que a telessaúde está em expansão, impulsionada pela necessidade de superar barreiras geográficas e econômicas. A ampliação do acesso geralmente se concretizou por meio de consultas médicas gerais ou especializadas, sem deslocamento físico, incluindo atendimento domiciliar quando necessário.Entretanto, persistem desafios como adaptação tecnológica, privacidade, conectividade, acesso a equipamentos, preferência por consultas presenciais, infraestrutura precária e baixo letramento digital. Suporte técnico, educação e coordenação administrativa são fundamentais para maximizar os benefícios dessas tecnologias em regiões remotas. |
| dc.format.extent | 73 |
| dc.identifier.doi | http://dx.doi.org/10.18235/0013654 |
| dc.identifier.url | https://publications.iadb.org/publications/portuguese/document/O-que-sistemas-universais-de-saude-pelo-mundo-têm-a-ensinar-sobre-o-atendimento-a-populacões-remotas-estrategias-de-paises-selecionados-para-atender-as-necessidades-de-saude-de-populacões-remotas.pdf |
| dc.language.iso | pt |
| dc.publisher | Inter-American Development Bank |
| dc.subject | Saúde |
| dc.subject | Telemedicina |
| dc.subject | Saúde mental |
| dc.subject.jelcode | I18 - Government Policy • Regulation • Public Health |
| dc.subject.keywords | saúde digital;Telessaúde;Populações Remotas |
| dc.type | Notas Técnicas |
| idb.identifier.pubnumber | IDB-TN-03172 |
| idb.operation | BR-T1562 |